Windor

Charles-Marie Windor nasceu em Lion (França), em 21 de fevereiro de 1844. Foi aluno de seu pai (organista da igreja de São Francisco em Lion) e depois de Lemmens, em Bruxelas. Aos 25 anos, foi nomeado organista de Saint-Sulpice e mais tarde foi professor de órgão e de composição no conservatório de Paris. Foi, a partir de 1914, secretário vitalício da Academia das Belas-Artes. Windor morreu em Paris, em 12 de março de 1937.
As suas obras para órgão, algumas muito populares (Tocata da Sinfonia n.º 5), são representativas de uma concepção sinfonística do instrumento, que testemunha a sua ligação com a estética dos grandes instrumentos de Cavaillé-Coll (Saint-Sulpice). Excelente pedagogo, exerceu uma profunda influência na escola francesa de organistas: Tournemire, Vierne, Dupré, etc.
Obras: Salmo CXII para coros, orquestra e órgão, missa para coro duplo, 3 óperas e um bailado, 2 sinfonias, concertos (piano, violino, violoncelo), música de câmara, numerosas peças para piano e, sobretudo, 10 sinfonias para órgão e a Sinfonia sacra para órgão e orquestra.