Coral Lírico do Palácio das Artes

O Coral Lírico da Fundação Clóvis Salgado fez sua primeira apresentação em 1971, na inauguração do Grande Teatro do Palácio das Artes. Era regente o maestro Marum Alexander.

Desativado dois anos depois, retornou em 1979 na condição de um dos raros corais profissionais brasileiros. Desde a sua fundação, teve como regentes os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu Miranda Gomes, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Angela Pinto Coelho e Márcio Miranda Pontes, e vários maestros convidados.

Atuando ao lado da Orquestra Sinfônica e regido por maestros de renome internacional, teve participação expressiva em óperas como Rigoletto, Un Ballo in Maschera, Rigolleto, A Flauta Mágica, Lucia de Lamermoor, Tosca, Madame Butterfly, La Bohème, A Flauta Mágica, Pagliacci, Carmen, La Traviata, O Escravo, Balada para Matraga, Cavalleria Rusticana, Pagliati e em operetas como A Viúva Alegre e O Morcego.

Destacam-se também as montagens das Missas de Réquiem (Verdi, Brahms e Mozart); Te Deum (Bruckner); Missa Solene e Stabat Mater (Hononegger); Sinfonia dos Salmos (Strawinsky); O Messias (Haendel); Carmina Burana (Orff); Alexander Nevsky (Prokofiev); Missa Solene e 9ª Sinfonia (Beethoven); Oratório de Natal e A Paixão Segundo São João (J. S. Bach); O Rei Davi (Honeger) e A Criação (Haydn).