Coro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

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Fundado pelo Maestro Pablo Kómlos em 01 de abril de 1970, o Coro da OSPA desenvolveu um trabalho profissional até meados de 1979. Durante esse período, interpretou praticamente todas a obras de caráter operístico e de concerto, de todos os grandes compositores do cenário da música erudita internacional.

Cabe ressaltar as óperas Carmen de G. Bizet, Aída, La Traviata e Rigoletto de G. Verdi, Tosca e Turandot de G. Puccini, A Flauta Mágica de W.Mozart, obras de Carlos Gomes e Villa Lobos, Mendelsson, Schubert, Missas de Vivaldi, Händel e Bach, Oratórios e os Requiem de Verdi, Mozart e Brahms e, ainda, Carmina Burana de Carl Orff e a Nona Sinfônia de Beethoven, entre outras.

Em meados do ano de 1983, por determinação do então maestro titular e diretor artístico Eleazar de Carvalho, formou-se o atual coro que trabalha em caráter amador, mas que carrega o profissionalismo necessário para cumprir a atribulada agenda junto à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.

Nesses dezesseis anos o Coro da OSPA tem cumprido rigorosamente o mesmo repertório do coro outrora profissional. Com uma peculiaridade de que nos últimos tempos tem desenvolvido um repertório de câmara para estudo interno, que eventualmente pode ser levado a concerto, quando convidado. O coro foi reestruturado na época pelos maestros Arlindo Teixeira e Tulio Belardi, contando com o suporte técnico vocal do professor Decápolis de Andrade.

Mais recentemente, em 1997, participou do concerto com Luciano Pavarotti e Roberto Carlos realizado no estádio Beira Rio, e em outubro de 1998, participou da montagem da ópera "A Flauta Mágica", com elenco internacional, figurinos e cenários vindos de Viena, sob a Direção Cênica de Estefano Poda, aclamado regisseur italiano. O Coro obteve sucesso de Crítica e público, por sua excelente performance.