Meninos Cantores de Campinas

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Fundado em 1991, o coral Meninos Cantores de Campinas é uma Instituição permanente do Conservatório Carlos Gomes, entidade sem finalidades lucrativas, e está filiado às Federações Nacional e Internacional de Pueri Cantores, desde 1994.

Fez sua primeira apresentação na Catedral Metropolitana de Campinas(foto), com a Cantata de Natal, de Orlando Fagnani e Léa Ziggiatti, trajando o seu uniforme oficial, hábitos franciscanos. Gravaram dois CDs e uma fita K-7, com o melhor de seu repertório e músicas natalinas.

Realizaram vários concertos com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sob a regência do maestro Benito Juarez, o Coralusp e o Coral Eco, como por exemplo, a montagem de Carmina Burana em 1993, o Centenário da Amizade Brasil Japão em 1995, no Theatro Municipal de São Paulo e o 1º Encontro de Cultura Brasileira, onde estiveram presentes o Ministro da Cultura Francisco Welfort e o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, no Teatro Nacional em Brasília.

Em 1996, detentores do Prêmio Estímulo/95, da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, apresentaram a Opereta Severino I, O Falso Rei, e representaram o Brasil no XXVIII Congresso Internacional de Meninos Cantores realizado em Salzburg, na Áustria.

Em 1999, o regente Sérgio Akira Kavamoto, assumiu o Coral e passou a cumprir uma concorrida agenda voltada para a música sacra e brasileira, na qual destacam-se concertos natalinos, como “O Messias” de Händel, e o Oratório de Natal, de Bach. Em 2000, o Coral foi anfitrião do IV Congresso Regional de Meninos Cantores em Campinas e, em julho de 2001, participou do XI Congresso Nacional de Meninos Cantores em Belo Horizonte-MG e apresentou, juntamente com a Orquestra sinfônica da Unicamp, a Missa da Coroação, de Mozart.

Neste ano de 2002, apresentou a Paixão Segundo São João e o Oratório de Páscoa, de Bach e também o Gloria, de Vivaldi, juntamente com solistas convidados e a Orquestra de Câmera do Conservatório Carlos Gomes.

Para se tornar um(a) menino(a) cantor(a), o candidato passa por uma avaliação vocal e de percepção musical no teste de admissão. Essa avaliação busca analisar a facilidade e/ou dificuldade que o aluno apresenta em reconhecer tons, a sua facilidade com rítmica e sua extensão vocal. O mesmo é válido para os candidatos mais velhos que vão compôr os naipes de tenores e baixos do nosso coro.

Uma vez admitido no coro, o trabalho do menino cantor é intensivo. Ele vai receber aulas de teoria musical para trabalhar rítmica e intervalos, vai receber orientação vocal além de todos os ensaios de naipes e gerais no decorrer da semana.

As aulas de teoria são ministradas durante a semana, em horários diferentes para não coincidir com o horário escolar e também para suprir as deficiências dos alunos nos diversos níveis teóricos, que vão desde o pré-básico até o avançado. A orientação vocal ministrada pela cantora lírica Erika Belmonte é feita por naipes e engloba desde a respiração correta, postura, dicção, articulação e extensão vocal.

Os ensaios são mais puxados e tomam muito mais tempo do cantor. Durante a semana são feitos os ensaios de naipe, de no mínimo uma hora e meia por naipe(isso quando não são necessários ensaios gerais) e geralmente o ensaio geral é feito no sábado pela manhã.

Tudo isso para que o nosso coro tenha um bom nível de conhecimento musical e de qualidade vocal, que nos torna capazes de apresentar o mais variado repertório, seja a capella, com acompanhamento instrumental ou orquestral.