Camerata Sinfônica da Hungria

A Camerata Sinfônica da Hungria é, basicamente, uma orquestra sem regente. Fundada em 1992, tem por meta cultivar o melhor da tradição húngara através da música de câmara. Seus princípios artísticos estão baseados no legado de Leó Weiner e József Szász, e seu repertório na obra de Bartók, Britten, Haydn, Liszt, Mozart, Stravinsky e Weiner.

A orquestra foi responsável pela estréia húngara de uma série de obras, que vão do Barroco ao Contemporâneo. Já representou o país em várias ocasiões e empreendeu turnês pela Europa, América e Ásia. Tocou para o rei da Espanha e para o imperador do Japão.

A Camerata recebe apoio de mídia da Rádio Húngara, que transmite regularmente seus concertos e gravações, distribuindo-os através do programa de permutas da União Européia de Radiodifusão. As gravações do conjunto vêm sendo difundidas pelos selos BMC, Echiquier, Gramy, Hungaroton, Mega Records e Tibor Varga Collection.

A CSH trabalhou com músicos excepcionais como Isabelle Faust, Kim Kashkashian, Cyprien Katsaris, Zoltán Kocsis, Alexander Lonquich, Miklós Perényi, Jean-Marc Phillips-Varjabedian, Victor Pikayzen, Andréa Rost, György Sebok, János Starker, Sándor Végh, os Meninos Cantores de Viena e o Trio Wanderer.

É dirigida por um comitê artístico presidido por Imre Romann (Mozarteum de Salzburgo) e integrado ainda por Judit Reger-Szász (diretora fundadora), Peter Somogyi (líder) e Mihály Szilágyi (diretor artístico).

“A audiência do concerto foi capturada pela musicalidade e pelo profissionalismo da Camerata Sinfônica da Hungria. A cooperação entre os músicos e os solistas mostrou-se ideal durante toda a noite.” - Neue Musik Zeitung

“A Camerata Sinfônica da Hungria nos deu uma demonstração de um concerto pode valer cada centavo do valor cobrado por seu ingresso. Grande disciplina e concentração foram os requisitos necessários para eles ganharem rapidamente os corações da platéia”. - South China Morning Post

“Simplesmente a melhor interpretração de que tenho notícia de Elgar. A concentração do conjunto é surpreendente”. - Daily Telegraph

Outubro de 2006.