Orquestra Petrobras Sinfônica

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"Toda a paróquia sabe que a Orquestra Petrobras Pró Música do maestro Armando Prazeres foi a única entidade que passou incólume nestes tempos de recessão colorida, graças ao precioso e constante apoio da Petrobras (...) Considerada uma das melhores orquestras do país, estará se apresentando no dia 25 de agosto, no Teatro Dom Bosco, um espetáculo considerado imperdível para todos os amantes de uma boa música." - Carlos Dantas, Tribuna da Imprensa - RJ

Com o frescor de quem tem apenas 13 anos de vida, a Orquestra Petrobras Pró Música apostou desde a sua fundação, no final de 1986, na juventude de seus integrantes e na possibilidade de juntar num mesmo palco os melhores instrumentistas da cidade.

Com esse potencial nas mãos, o maestro Armando
Prazeres - diretor artístico e regente do grupo até janeiro de 1999, quando foi assassinado - conseguiu gravar sua marca no concorrido panorama cultural da cidade do Rio.

Se no começo de sua história, a orquestra fazia uma média de 12 concertos anuais, hoje o grupo formado por cerca de 60 músicos realiza 30 apresentações numa temporada.

E, o mais importante, a orquestra vem conseguindo romper as barreiras das tradicionais salas de concertos, buscando um público menos afeito à música clássica, colaborando efetivamente para a formação de platéia de música clássica. A OPPM sempre procura realizar seus concertos com entrada franca ou com preços populares.

Seguindo esse conceito de ampliação de platéias, o grupo já subiu a favela da Rocinha, na Zona Sul da cidade, para uma apresentação com a Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha. A OPPM esteve na Favela da Maré, em Manguinhos, na Zona Norte. A orquestra fez concertos em praças e parques em diferentes partes da cidade e até mesmo fora do Rio. No Mato Grosso do Sul, em 1991,Petrobras Pró Música reuniu cerca de 30 mil pessoas para uma apresentação ao ar livre.

Outra marca do grupo são os concertos em igrejas, uma preferência pessoal do maestro Prazeres: As igrejas, em geral, já foram projetadas para uma perfeita acústica, favorecendo o trabalho de sonorização do concerto.

Formada por músicos profissionais, a OPPM sempre norteou seus trabalhos na valorização de novos talentos recolhidos nas melhores orquestras do Rio.

Assim, é fácil perceber que em suas estantes há lugar para músicos da nova geração, da mesma forma em que sempre houve espaço para a estréia de novos solistas.

Contudo, os grandes solistas nunca foram descartados. Tanto que um dos grandes méritos do maestro Armando Prazeres foi saber desenvolver um trabalho de equilíbrio entre as apresentações com grandes nomes - músicos do porte de Turíbio Santos, Marilyn Moore, Isola Jones ou Carol McDavit - e a parceria com novos solistas que, em geral, não têm oportunidade em outras
orquestras.

A qualidade musical atingida na última década de trabalho pela orquestra também se deve à obsessão de Prazeres por um som de alta qualidade. O maestro sempre tratou com imenso apuro sua orquestra, fazendo de cada concerto a sua primeira e única apresentação. Eram comuns ensaios de naipes separados, nos quais ele avaliava cada detalhe, buscando lapidar cada peça.

Em 1991, foi considerada a grande revelação da temporada. Contudo, pode-se dizer que a
chegada do maestro Roberto Tibiriçá trouxe à orquestra o prestígio e o reconhecimento que já lhe eram devidos há muito tempo. Tibiriçá colocou a OPPM na rota dos grandes espetáculos e dos grandes artistas, conferindo ao grupo a respeitabilidade que faltava. Com isso,
a orquestra passou a ser considerada a melhor em atividade na cidade do Rio de Janeiro.

Recentemente, o Ministério da Cultura a elevou à categoria de orquestra padrão, junto à OSESP.

No I Fórum das Orquestras Brasileiras, realizado
recentemente em Brasília, a Orquestra Sinfônica Petrobras Pró Música e a OSESP foram as grandes atrações. Seus diretores executivos e artísticos,
Carlos Eduardo Prazeres e Roberto Tibiriçá, pela OPPM, e John Neschling e Cláudia Toni, pela OSESP, foram o foco das atenções e as orquestras que dirigem como modelos a serem seguidos pelas demais orquestras do
país.

Em junho de 2005, a orquestra adotou o nome de Orquestra Petrobras Sinfônica.