Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

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Um dos três Corpos Estáveis da Fundação Clóvis Salgado, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) foi fundada em 1977. Seu concerto de estréia, em setembro do mesmo ano, teve como regente titular o maestro alemão Wolfgang Groth.

Considerada uma das mais importantes orquestras brasileiras, a OSMG realiza cerca de 45 apresentações por ano. É integrada por 84 profissionais efetivos e está sob a direção musical do maestro Emílio De César. Seu gerente é Jussan Fernandes.

Seu repertório compreende todos os períodos da história da música escrita para orquestra: óperas, balés, concertos, operetas, poemas sinfônicos, sinfonias e as grandes obras sinfônico-corais, como réquiens, missas, cantatas, oratórios, antífonas, novenas e obras sacras diversas.

Além de Groth e Emílio de César, figuram entre os regentes titulares da história da OSMG os maestros Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda e Holger Kolodziej.

Também regeram a OSMG personalidades como Eleazar de Carvalho, Cláudio Santoro, Camargo Guarnieri, Benito Juarez, Alceo Bocchino, Marc Trautman, Roberto Duarte, Carlos Eduardo Prates, Henrique Morelenbaum, Carlos Veiga, Per Brevig, Pino Onnis, Roberto Schnorremberg, Johannes Hömberg, Cláudio Ribeiro, Roberto Tibiriçá, Gabriel Guimarães, Eugene Kohne e Eraldo Salmieri, entre outros convidados.

Foram solistas, entre muitos nomes de destaque, os pianistas Nelson Freire, Antônio Guedes Barbosa, Jacques Klein, Yara Bernette, Arnaldo Cohen, Jean Louis Steuerman, Eduardo Hazan, Berenice Menegale, Roberto Szidon, Edson Elias, Frederic Meinders e Fanny Solter; os cantores Amin Feres, Maria Lúcia Godoy, Céline Imbert, Nilza de Castro Tank, Genuína Pinheiro, Paulo Fortes, Edith Mathis, Eliane Coelho, Regina Elena Mesquita e Fernando Teixeira; e os instrumentistas Maria Durek, Leopold la Fosse, Erich Lehninger e Elisa Fukuda (violinistas) e Watson Clis, Antônio Meneses e Antonio Del Claro (violoncelistas). Seu spalla é o violonista Max Teppich.

A OSMG participa das principais produções da Fundação Clóvis Salgado, como as séries Concertos para a Juventude, Domingo no Parque, Grandes Concertos Sinfônicos, Concertos Sinfônicos Internacionais, Terça Encena e Concertos para Belo Horizonte. Já nos seus primeiros anos, a OSMG se destacava entre os corpos sinfônicos brasileiros ao atuar em montagens de óperas como Un Ballo in Maschera, La Serva Padrona, Suor Angelica e na opereta O Morcego, acompanhada da Companhia de Ópera de Viena.

Mais recentemente, participou de A Viúva Alegre, Carmen, O Escravo, Carmina Burana, A Noite Transfigurada e Cavalleria Rusticana, entre outras montagens.