Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro

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A Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro, fundada em 1978 pelo Maestro Florentino Dias, é uma entidade civil, sem fins lucrativos, reconhecida de utilidade pública pela Lei 520/82, e está cadastrada no Ministério da Cultura, o que permite aos seus patrocinadores e doadores beneficiarem-se com deduções no Imposto de Renda através da Lei Rouanet, além do retorno institucional ao afinarem-se com a harmonia e o belo. Independente como é, vem ampliando o mercado de trabalho para os novos profissionais, bem como para concertistas premiados em concursos nacionais e internacionais.

Graças ao idealismo, dedicação e sentido cultural de seu criador, a Filarmônica está em condições de apresentar música clássica no seu mais alto nível. Depende, para isto, do quadro de sócios, doadores e, principalmente, do apoio empresarial e governamental.

Como foi criada nos moldes das grandes orquestras européias e norte-americanas, não tem vínculo com o Governo. Sua administração compõe-se de uma Diretoria, um quadro de Patronesses e Patronos, e um Conselho Deliberativo do qual fazem parte pessoas da mais alta expressão cultural de nossa sociedade, e compõe-se de 70 músicos, profissionais merecidamente homenageados em 1997 pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro com uma “Moção de Reconhecimento e Aplauso”.

Desde sua criação vem realizando várias séries de concertos como: concertos didáticos nas escolas de 1º e 2º graus e universidades, concertos em igrejas, concertos em fábricas, concertos especiais em teatros, e concertos nas praças dos bairros e cidades vizinhas, com projetos de realizar tournées em outros estados e países.
Temos constantemente recebido aqui orquestras importantes do mundo inteiro como a Filarmônica de Viena, Nova York, Moscou e outras.

Precisamos do apoio de todos para que a nossa Filarmônica, um patrimônio da Cidade, seja tão famosa quanto suas co-irmãs, tornando-se o cartão de visitas cultural do Rio de Janeiro.

Além de solistas convidados do exterior, como a pianista Katarina Krpan e o tenor Renato Francesconi, vários regentes famosos do mundo inteiro já se apresentaram à frente da Filarmônica do Rio de Janeiro. Dentre eles os maestros Bernard Wahl (França), Barry Kolman (USA), Ahmed Elsaedi (Cairo), Filippo Zigante (Itália), Fabiano Monica (Itália) e Alexander Frey (Alemanha).

Sendo a expressão “filarmônica” concebida em sua etimologia adequada de amigos da harmonia, servos da beleza, amantes da música, pretendemos que o Rio de Janeiro se orgulhe da qualidade de sua orquestra genuína que, como tudo o que resulta da comunidade há de ser, com sua ajuda, a prova da cultura, bom gosto e espírito público de nossa gente, pois sabe-se que uma das formas de se avaliar o grau da cultura de um povo é pelo número de orquestras sinfônicas que possui.