Youth Orchestra of the Americas

A Youth Orchestra of the Americas – YOA foi fundada em 2000 pelo New England Conservatory and Vision, inspirada pelo Children and Youth Symphony Movement na Venezuela.

Ferrenhamente disposta a:
a. perseguir a excelência musical
b. descobrir jovens talentos através do encontro cultural americano
c. instigar o espírito de união hemisférica, servindo-se do poder da música para facilitar a compreensão mútua
d. criar embaixadores culturais entre nossos jovens

Liderada por seu Consultor Artístico na pessoa de Placido Domingo, pelo Presidente dos Estados Unidos, por Madeleine Albright presidente da Leadership Advisory Council, além de várias e muito bem cotadas personalidades artísticas, como o cellista Yo Yo Ma e a pianista Marta Argerich, a YOUTH ORCHESTRA OF THE AMERICAS – YOA – é uma orquestra multicultural de excelente calibre musical, formada por 110 jovens músicos, entre 18 e 26 anos, escolhidos anualmente entre a nata da juventude musical do continente americano.

Seu principal objetivo reside em oferecer a esses músicos potenciais a oportunidade única de trabalhar seriamente sob a orientação de regentes de primeiríssima linha e renomados solistas, trabalho esse que se concretiza pela realização de apresentações nas mais importantes salas de concerto internacionais, em Festivais, e eventos de grande importância como a abertura anual das Nações Unidas em Nova Iorque.

Reunindo representantes da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Perú, Porto Rico, Uruguai, Estados Unidos e Venezuela, desde sua primeira turnê em 2002, a YOA apresentou mais de 75 concertos na maioria destes países – incluindo Brasil, Argentina e Paraguai – para mais de 100.000 pessoas.

Se contabilizarmos todas as apresentações, aí incluindo aquelas transmitidas por rádio e/ou teledifusão, o número salta para mais de 8 milhões de espectadores e ouvintes. O que realmente não é pouco, pois a YOA também pretende atingir populações carentes, entre elas as rurais, permitindo que tenham acesso a outro tipo de música que não a regional, através de aulas simples, masterclasses, explicações a respeito dos instrumentos e suas respectivas sonoridades, sempre trazendo para essas populações uma alta qualidade profissional e musical.

Certos do poder de concialiação da música, instrumentistas, solistas e regentes acreditam que através dela, a música, povos e suas respectivas culturas tenham chances de se conhecerem, quem sabe até mesmo de se reconhecerem, caminhando juntos no sentido de uma melhor compeensão internacional.

Agosto de 2006.